É o que diz a revista Free.
E com o Canadá sendo o país incrível que é, fica fácil entender o motivo.
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Se antes o domínio de um idioma estrangeiro era um diferencial no mercado de trabalho, hoje é requisito quase obrigatório na maioria dos processos seletivos. Falar outra língua com fluência, além de muita disciplina com estudo de conteúdo, exige prática. Fazer intercâmbio é uma oportunidade para conversar com nativos da língua, exercitar seu conhecimento ao mesmo tempo em que se adquire bagagem cultural e faz novas amizades.
No ano passado, 175 mil brasileiros foram estudar no exterior, segundo pesquisa da Belta (Associação Brasileira de Organizadores de Viagens Educacionais e Culturais) que avalia e credencia operadoras de intercâmbio no país. O destino mais procurado nas agências pelos intercambistas foi o Canadá, seguido dos Estados Unidos e do Reino Unido. Para Carlos Robles, presidente da Belta, "o principal motivo do Canadá estar no topo da lista é o acesso a cursos de qualidade com valores menores que os praticados em outros países como EUA e Reino Unido, e também ao custo de vida local, se comparado a outros países". A instituição deixa um recado aos futuros viajantes alertando que "é de extrema e fundamental importância a pessoa buscar empresas credenciadas nos órgãos oficiais como a Embratur, por exemplo, e também que façam parte de associações como a Belta".
Uma paulistana em Vancouver
A analista de importação Jéssica Vieira utiliza o inglês em sua rotina de trabalho. Para aprimorar sua fluência no idioma, resolveu que era hora de fazer as malas e procurar um curso no exterior. "A princípio minha ideia era estudar nos EUA< por ser um destino mais comum e relativamente mais popular", conta.
Após conversar com pessoas próximas que já tinham feito intercâmbio, decidiu que Vancouver, no Canadá, tinha tudo o que buscava: "hospitalidade, diversidade cultural, clima agradável e lindas paisagens". Começou uma pesquisa sobre o país em sites de turismo. Por indicação entrou em contato com a STB (Student Trabel Bureau), associada à Belta. Jéssica ficou seis meses fora do Brasil. Tempo suficiente para aprender muito sobre o idioma. "Eu achava que sabia falar inglês e que minha dificuldade era apenas a fluência, porém, completamente imersa no idioma, percebi que sabia muito pouco e hoje posso dizer que meu inglês tem sido uma ferramenta fundamental para meu desenvolvimento profissional e pessoal".


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